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sábado, 18 de outubro de 2014

Jantando nos Austríacos - Expoijuí Fenadi 2014

Como todo ano faço, peguei a Frau véia e fomos saborear a comida de uma das etnias que compuseram o povo ijuíense. Este ano fomos aos austríacos, que antes só ofereciam doces, tortas e chá na sua casa típica, e neste ano oferecem um buffet com pratos da cozinha dessa etnia.
O buffet e o prefeito


Casa austríaca
Tradição austríaca: apreciar a boa música
Grupo de danças da etnia austríaca























Chagamos lá, a casa quase totalmente lotada, ao fundo piano, violino e uma jovem cantando enquanto o povo se alimenta. Do cardápio: pratos saborosos sem grandes novidade, porém com nome em austríaco; entretanto um prato do cardápio todo chamou a minha atenção, uma torta doce servida junto com as comidas salgadas que compõe o buffet, a famosa "Apfelstrudel" (ou torta de maçã )! Servi uma generosa fatia desta iguaria e não me arrependi, é uma delícia, uma casquinha crocante, um recheio com maçã (é lógico) e outros ingredientes que deixamum sabor incomparável. Sem dúvida recomendo!
E pra reforçar a intenção da visita os Beck (descendentes do tio Florêncio Beck e tia Fidelina ) são de origem austríaca, um motivo a mais para ir lá! Hasta!

sábado, 13 de outubro de 2012

Expoijuí Fenadi 2012

Como faço todos os anos, mais uma vez fui à Feira e visitei uma casa típica de uma das etnias que compõe o quadro dos colonizadores deste município.
Desta vez a casa visitada foi a Portuguesa, de meus ancestrais e a quem deveria estar mais ligado.
O engraçado é que as etnias mais fortes são, respectivamente, os alemães e os italianos, uma vez que na formação do município foram os grupos maiores e mais organizados, ou pelo menos que se organizaram mais rápido. Assim, desde minha infância acostumei a ouvir música de bandinha e italiana.
Estudei meu ginasial em colégio onde a esmagadora maioria era de alemães, até estudei por quatro anos essa lingua, já estava quase falando quando parei. O pão com schmier, a cuca, a macarronada e a keskuchen são influência direta dessas etnias.
Mas gosto de alguns pratos da culinaria portuguesa e lá fui eu atrás de um autêntica bacalhoada à portuguesa. O garçom, antigo colega de aulas de minha mulher, nos recebeu muito bem e encaminhou o pedido prontamente. Uma Heineken enquanto esperávamos e observávamos um mapa de Portugal e outro dos Açores onde mora um amigo virtual, o Álvaro.

E veio o prato, numa travessa o bacalhau, azeitonas pretas, ovos cozidos, cebola e brócolis, numa cumbuca arroz com açafrão e em outra grão de bico. Prato tipicamente típico!
Faltou um vinho verde pra completar, mas a Heineken quebrou o galho.
Eu já fiz bacalhoada a portuguesa, bacalhau à Gomes de Sá e outro que não lembro o nome. A verdade é que esse jantar me despertou a vontade de fazer novamente um prato português uma hora destas.
Hasta!



quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A primavera e a Crise


 Hoje é feriado, aniversário do município,e época de EXPOIJUÍ-FENADI, a comemoração pelo povoamento deste rincão por povos diversificados oriundos do mundo todo. Alemães, italianos, letos, poloneses, suecos, austríacos, holandeses, espanhóis, árabes, negros, portugueses, gauchos e mais outros povos que não constituiram representação em etnias fazem parte desta bonita festa. Todo ano eu visito a feira a janto em uma casa típica, este ano fui à casa da etnia Sueca, muito boa a comida deles!
Coincide com a primavera e com coisas que acontecem aqui bem pertinho de mim, no quintal da minha casa. Um exemplo são os pêssegos que colhi de um pézinho meio moribundo pois já secou a metade, mas muito teimoso (dizem: o que não é parecido com o dono é roubado!) que com a metade viva, sem nenhum cuidado como adubação, poda ou veneno para as pragas, ainda dá pêssegos suculentos e coloridos comos da foto acima e , milagre, nenhum bichado. Foram descascados e preparados em calda, ficaram deliciosos!
Outra coisa são as flores que desandaram a desabrochar, como essa que a minha amiga Carilei diz chamar-se "estrelitzia"(cheia de pontas coloridas como uma estrela) e que é muito linda; palmas margaridas, lirios, rosas de diversas cores, tudo se apresenta em seu máximo colorido.
 Tudo isso pra não lembrar da crise,
Crise financeira,  que acredito, ao fim e ao cabo realinhará os paises em uma nova ordem mundial  cujo carro chefe será a China, e que se não deixarmos o cavalo passar encilhado, ofertará ao Brasil um lugar de destaque nessa nova relação.
Isso se conseguirmos debelar essa praga chamada corrupção, que como inço, permeia todo e qualquer governo que consiga se instalar no Planalto. É uma praga!
O último partido atingido, a última vestal, é o PC do B que sucumbiu aos milhões fáceis e tratou de se locupletar através de ONG´S e empresas de fachada. Se o ministro atirado às feras é inocente ou não, não sei, mas o que dá pra notar é que essa tática da (agora) oposição é a mesma que o partido e aliados do governo usou para chegar ao poder, denuncias a conta gotas visando extrair o máximo de proveito de cada uma, obrigando o governo trabalhar ininterruptamente para apagar o incêndio e quando o assunto está indo para o esquecimento, lança-se nova denúncia levantando suspeitas sobre novo ministro e auxiliares e ateia-se novo incêndio "et sic in infinitum!"
Mas não podemos nos supreender, até no leste europeu, onde tivemos o comunismo oficialmente implantado houve isso. Todo mundo era igual ( o povo), mas alguns eram "mais iguais" que os outros (os dirigentes), esses últimos desfrutavam de "dachas" (casas de campo) e muitas outras mordomias a que o povão não tinha acesso.
A conclusão a que chego é que corromper-se, quando no poder, é da condição humana. Somente pessoas especiais, com uma formação e uma integridade moral a toda prova não se corrompem! Teríamos que ser um Ghandi, um Ruy Barbosa para não sucumbirmos à tentação do enriquecimento fácil. Mas não! Elegemos um Collor, um Sarney, pra citar só dois, e temos o que se vê aí diáriamente.
 As vezes fico pensando, se a nova teoria Duduziana, manifestada de forma revoltada por este jovem e brilhante catedrático não está certa. Só com uma revolução! Só com cabeças rolando, com o povo tomando o poder na marra. Uma revolução francesa no Brasil! Mas peraí, a revolução francesa acabou com os burgueses no poder e o povo "se ferrando" de novo!
É Dudu, o problema é este nosso povo pacífico demais, festeiro demais, manipulável demais, interesseiro demais e por demais corrompível.
Façamos um exercício de imaginação, o povo se revolta, promove de sul a norte um monumental furdunço e derruba do poder todos os que estão lá, organizam-se e os novos líderes começam a nomear pessoas para exercer o poder, para enfim dirigir o país. O que acontecerá? Quem serão os escolhidos?
Asso no dedo se não serão:
1- Correligionários
2- Amigos
3- Parentes
A coisa é singela como a margarida que vemos na foto, só vai mudar com educação. Pessoas cultas, informadas, que saibam decidir por si próprias, não se deixarão  enrolar por esses lobos que se apresentam em pele de cordeiro.
Mas só teremos educação decente quando os governos pararem de promover essas loucuras de modificar a estrutura educacional do estado a seu bel prazer e a qualquer hora. Ainda se modificassem para melhor! Ver o post anterior.
"Donec tempus!"